LIVRO VENCEDOR DO MAN BOOKER PRIZE 2016.
É um romance urgente, que aborda com humor corrosivo questões de raça e identidade que estão na ordem do dia, e nos força a enxergar de forma crua a sociedade em que vivemos.
Nascido em Dickens, no subúrbio de Los Angeles, Eu, o narrador de O vendido, passou a maior parte da juventude como cobaia para estudos raciais realizados por seu pai, um polêmico sociólogo. Quando o pai é subitamente morto em um tiroteio com a polícia e é anunciado que Dickens será varrida do mapa da Califórnia por motivos políticos e econômi cos, Eu tenta salvar a cidade através de um controverso experimento social: instalar uma segregação racial às avessas. Vencedor do Man Booker Prize de 2016, O vendido é uma critica mordaz a respeito de questões raciais ainda tão presentes – nos Estados Unidos, mas também no Brasil de nossos dias.
“As primeiras cem páginas são as mais cáusticas e fortes que li em um romance americano em pelo menos dez anos.”
Dwight Garner, The New York Times
“Uma obra-prima do humor e, além isso, uma das reflexões mais inteligentes e honestas sobre raça e identidade nos Estados Unidos em muito, muito tempo.”
Michael Schaub, NPR
“Chocante, hilário e profundo.”
Simon Schama
“Existem várias formas de discutir o racismo. O humor abusado, audacioso e malcriado é uma delas.”
Helio de la Peña, Quatro Cinco Um
“Bastante pessoal para funcionar literariamente e bastante realista para funcionar como crítica social. Tal qual Chacrinha (e também Will Self e Michel Houellebecq), Beatty talvez não esteja aqui para explicar e sim para confundir.”
Arthur Dapieve, Quatro Cinco Um
“A prosa a´gil de Beatty, em que cada frase e´ carregada de citac¸o~es, aluso~es, refere^ncias a fatos histo´ricos, cla´ssicos litera´rios ou itens obscuros da cultura pop, torna esse enredo doidivanas ainda mais explosivo e, sobretudo, co^mico.”
Jerônimo Teixeira, Veja
“Ha´ um sorrisinho endiabrado em cada pa´gina e o leitor vai rir, a`s vezes por diversa~o, outras de nervoso.”
Maurício Meireles, Ilustrada
“O romance de Beatty desafia o leitor a encarar o outro que se manifesta apesar das representac¸o~es que tentam dar conta dele (e que, nesse sentido, tem a ver com o real, com o imprevisi´vel, com o inadequado e tambe´m com a morte).”
Bernardo Carvalho, Folha de S. Paulo